Obra do Hospital da Mulher, em Cruz das Armas, João Pessoa. (Foto: SECOM-PB)
Oito novos hospitais vão ser entregues em toda a Paraíba até o final de 2026, como confirmado pelo secretário de estado da saúde, Ari Reis, nesta quarta-feira (2).
Conforme observou o VozPB.com.br/” target=”_blank” rel=”noopener”>VozPB, em entrevista ao Programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM, o secretário explicou que grande parte das unidades hospitalares se encontram no interior do estado, construídos de forma intencional para atender a população que mora distante das grandes cidades.
“A nossa meta para os próximos anos, até o final de 2026, é expandir ainda mais a rede. Nós vamos entregar 8 novos hospitais, intencionalmente esses hospitais principalmente construídos no interior do Estado, mas a capital também é atendida com grandes reformas e o novo Hospital da Mulher, para poder aumentar o número de consultas de especialidades e realização de exames de alta complexidade”, explicou Ari Reis.
Filas de espera zeradas para cirurgias
Ari Reis destacou que, nos últimos anos, o Sertão do Estado vem registrando cirurgias que antes eram realizadas apenas nas cidades maiores. Segundo ele, algumas regiões da Paraíba zeraram a fila de espera em cirurgias simples.
“Cirurgias que não aconteciam antes no sertão do Estado, nós tínhamos hospitais regionais, mas que não registravam cirurgias eletivas, há 5, 6 anos, cirurgias de hérnia, de vesícula, de estereotomia, e que após isso hoje conseguem verdadeiramente registrar. Nós temos algumas regiões de saúde na Paraíba que já não registram mais demandas reprimidas para alguns tipos de cirurgias simples, como é catarata, vesícula, estereotomia, fimose. Sem fila. A quarta região do Estado é um grande exemplo disso”, destacou o secretário.
De acordo com o secretário estadual de saúde, diversas cirurgias já tiveram suas filas de esperas zeradas, mas que procedimentos como a cirurgia cardíaca e a neurocirurgia devem ser incluídas em novos investimentos até o final de 2025.
“Nós temos alguns outros gargalos, que é cirurgia cardíaca e neurocirurgia, mas para essas cirurgias específicas já não tem. E é esse resultado que se traduz em números para o Ministério da Saúde. A partir do momento que chega aquela regulação e aquele pedido de cirurgia, o Ministério conta do período que ele foi atendido. Ou seja, chegou o pedido, foi dado baixa ali no atendimento do paciente, nem aquela espera. E a gente sabe que tem essa realidade aqui na Paraíba de estar muito célebre o atendimento principalmente voltado a cirurgias. Então nós precisamos vencer ainda a fila da ressonância, precisamos vencer a fila da tomografia, a fila da consulta da cirurgia cardíaca, da neurocirurgia. Apesar de termos vencido várias outras filas, ainda existe esse desafio e nós já temos programas e investimentos específicos para isso, para até o final do ano dar a resposta”, afirmou Ari Reis.